quarta-feira, 28 de abril de 2010
Primeiro Amor
E eu ia conhecendo aquelas Palavras, que entravam em meu peito como estacas, me levando a entender a morte mais bela, o sofrimento mais sincero, e de uma maneira maravilhosa eu conhecia a Vida, esta que eu não vivo só por mim. Pois pelas minhas narinas vieram o sopro da vida, e quando abri os olhos conheci meu primeiro Amor...
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Trilhos do Tempo
terça-feira, 13 de abril de 2010
Não era assim.
Seu "eu-lírico" é mais sábio que meu "eu-romântico", você vê a beleza eu a alegria em servir, mas sem você fico com o mal dos séculos.
No meu silêncio às vezes triste, quando lembro de você a morte não existe, mas o tempo, este não para, e eu não quero mais sofrer, mas não consigo, quando me lembro de você simplesmente prossigo. "Você é feliz aqui?" Só depende de você. Não quero acrescentar só em alegria.
Como essa luz ilumina só você? Nessa altura não vejo mais ninguém. É como se fosse uma ilusão, até nos sonhos essa luz resplandece, mas o tempo vai indo e eu tenho que acordar.
No meu silêncio às vezes triste, quando lembro de você a morte não existe, mas o tempo, este não para, e eu não quero mais sofrer, mas não consigo, quando me lembro de você simplesmente prossigo. "Você é feliz aqui?" Só depende de você. Não quero acrescentar só em alegria.
Como essa luz ilumina só você? Nessa altura não vejo mais ninguém. É como se fosse uma ilusão, até nos sonhos essa luz resplandece, mas o tempo vai indo e eu tenho que acordar.
sábado, 10 de abril de 2010
Difamação.
Queria expressar o sentimento que não existe,
Simplório de coração, foi abandonado,
Pra que ser tão bom, se no fundo era triste?
Que negação, lamenta pelo sonho planejado.
Um dia, um dia apenas separa,
Pra se libertar do próprio mal que guarda,
Agora não há tempo, hoje não,
Quem sabe poderei me iludir pela perdição?
Conhecedor dos mortais; coloca tudo sobre a balança,
A mesma que se apóia quando pensa nos dois lados da vida,
Quem me dera ser de novo uma criança,
E desconhecer a falsidade que tanto me irrita.
Pelo silêncio da madrugada Ele está vigiando seus sonhos,
E o consola quando diz que o tempo tem razão,
Que por ele dirá a verdade que os olhos difama,
Pois no fundo Ele te ama sem explicação.
Simplório de coração, foi abandonado,
Pra que ser tão bom, se no fundo era triste?
Que negação, lamenta pelo sonho planejado.
Um dia, um dia apenas separa,
Pra se libertar do próprio mal que guarda,
Agora não há tempo, hoje não,
Quem sabe poderei me iludir pela perdição?
Conhecedor dos mortais; coloca tudo sobre a balança,
A mesma que se apóia quando pensa nos dois lados da vida,
Quem me dera ser de novo uma criança,
E desconhecer a falsidade que tanto me irrita.
Pelo silêncio da madrugada Ele está vigiando seus sonhos,
E o consola quando diz que o tempo tem razão,
Que por ele dirá a verdade que os olhos difama,
Pois no fundo Ele te ama sem explicação.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Um lamento, uma volta
Depois da guerra todos se lamentam, as vozes clamam por perdão, então jamais valerão uma vida, se eu pudesse escolher como partir, iria por ti, para bem longe, e voltaria no silêncio para ouvir sua voz, ainda que não chorasse por mim, te acompanharia pela vida toda, e com você estaria até o dia em que se juntaria a mim.
Assinar:
Postagens (Atom)

