sábado, 10 de abril de 2010

Difamação.

Queria expressar o sentimento que não existe,
Simplório de coração, foi abandonado,
Pra que ser tão bom, se no fundo era triste?
Que negação, lamenta pelo sonho planejado.

Um dia, um dia apenas separa,
Pra se libertar do próprio mal que guarda,
Agora não há tempo, hoje não,
Quem sabe poderei me iludir pela perdição?

Conhecedor dos mortais; coloca tudo sobre a balança,
A mesma que se apóia quando pensa nos dois lados da vida,
Quem me dera ser de novo uma criança,
E desconhecer a falsidade que tanto me irrita.

Pelo silêncio da madrugada Ele está vigiando seus sonhos,
E o consola quando diz que o tempo tem razão,
Que por ele dirá a verdade que os olhos difama,
Pois no fundo Ele te ama sem explicação.

2 comentários:

  1. Suas palavras são afundadas numa linguagem que só você compreende. Ou seria o meu eu-lírico, tão superficializado que não consegue interpretar seus mais subjetivos sentimentos?

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  2. São fatos, às vezes vejo o q ninguem vê, e de uma certa forma da pra saber o que vai acontecer, mas não falei de mim nesse texto...

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